top of page
BLOG DA SLOW
Uma leitura sobre natureza, viagem e o que acontece quando as duas se encontram com atenção.


PUERTO MADRYN E OS VESTÍGIOS DE UMA CIDADE QUE CRESCEU OLHANDO O MAR
Há histórias que se contam olhando para o horizonte e há outras que começam quando a gente olha para baixo. Diante da costa de Puerto Madryn, sob as águas do Golfo Nuevo e também sobre algumas de suas praias, permanecem os vestígios de embarcações que um dia navegaram por aqui.

Claudia Martitsch
6 min de leitura


GREENWASHING NO TURISMO: A PALAVRA QUE O MERCADO APRENDEU A USAR
Há alguns anos, bastava uma fotografia de uma floresta, uma garrafa reutilizável no quarto e a promessa de “experiências conscientes” para uma operação turística parecer sustentável. Hoje, greenwashing no turismo ficou mais sofisticado. As palavras amadureceram, o vocabulário se multiplicou e praticamente todo mundo passou a falar em conservação, regeneração, impacto positivo, comunidades locais e carbono.

Lia Barros
6 min de leitura


TURISMO DE NAUFRÁGIOS: UM UNIVERSO A SER DESCOBERTO
Naufrágios, antigos cais e patrimônio marítimo: uma história que poderia se transformar em uma nova experiência turística. Quando pensamos em Puerto Madryn e em seus atrativos turísticos, surgem rapidamente as baleias, as praias, o mergulho, a fauna marinha e as paisagens do Golfo Nuevo.

Claudia Martitsch
3 min de leitura


O ESPÍRITO DO VAGABUNDO
"Vagar não é uma corrida pelo sucesso nem uma fuga da realidade; é o ato de olhar a realidade de frente, com calma e com uma presença profunda." — Rolf Potts O mundo atual premia a velocidade, a acumulação e os itinerários que parecem missões de resgate militar antes de espaços de prazer. Vivemos correndo e, muitas vezes, quando conseguimos tirar férias, levamos essa mesma neurose urbana para o destino, extinguindo por completo "o espírito do vagabundo". No entanto, nas págin

Cora Ferreyra
2 min de leitura


O QUE SIGNIFICA VIAJAR BEM AOS 50+
Mais critério, menos concessões. Há uma mudança que costuma passar despercebida quando se fala sobre viagens depois dos 50 anos. Quase sempre a conversa gira em torno de conforto, acessibilidade ou ritmo, como se a maturidade alterasse apenas as condições da viagem. Mas o que realmente muda é outra coisa: a régua. Depois de tantas experiências, o olhar fica mais treinado para distinguir o que vale a pena daquilo que apenas ocupa espaço. Viajar bem aos 50+ não significa querer

Lia Barros
3 min de leitura


O CÉU COMO DESTINO
Desde tempos imemoriais, o céu foi um espelho no qual a humanidade buscou respostas. Olhar para cima, contemplar as estrelas, sempre foi um ato carregado de mistério. Nesse gesto, bifurcam-se dois caminhos: o da astronomia, ciência que estuda os corpos celestes com rigor e método, e o da astrologia, prática simbólica que tenta ler nos astros mensagens sobre a vida humana. Ambas nascem da mesma fascinação, mas se desenvolvem em direções muito distintas.

Claudia Martitsch
3 min de leitura


UMA ESCAPADA SLOW A DOIS
Há um momento, depois dos 40, em que o ruído do mundo parece aumentar e as responsabilidades diárias nos afastam do essencial. Por isso, planejar uma escapada slow a dois não é apenas tirar férias, mas criar uma pausa necessária para desacelerar e voltar a sintonizar a mesma frequência de quem amamos. Já não buscamos a adrenalina do desconhecido, mas a tranquilidade do que é compartilhado. Viajar sob a filosofia slow e wellness nos permite, finalmente, trocar o “fazer” pelo “

Cora Ferreyra
3 min de leitura


GUIA DE TURISMO: O MEDIADOR INVISÍVEL
Quem viaja com frequência chega, em algum momento, a uma constatação que o mercado prefere não enfatizar: o roteiro importa menos do que parece. Dois grupos que saem no mesmo barco, dormem no mesmo lodge, percorrem o mesmo trecho de floresta podem voltar com experiências radicalmente distintas. A variável decisiva nunca é o lugar, é a pessoa que conduz: o guia de turismo.

Lia Barros
6 min de leitura


O DESPERTAR DO TURISMO WELLNESS
Durante muito tempo, viajar foi sinônimo de movimento constante. A meta era ver o máximo possível no menor tempo possível, voltando para casa muitas vezes mais cansados do que quando partimos. No entanto, uma nova forma de compreender o deslocamento vem surgindo: o turismo wellness.

Claudia Martitsch
2 min de leitura


COMO ORGANIZAR A MELHOR VIAGEM SLOW ENTRE AMIGAS
Existe uma idade, perto dos 45, em que o conceito de “férias” muda completamente e entendemos que a melhor forma de resetar é planejar uma viagem slow entre amigas. Ficaram para trás os anos de correr atrás de um itinerário apertado, de riscar monumentos de uma lista ou de voltar para casa mais cansada do que fui; hoje, o que meu corpo e minha mente me pedem é outra coisa: presença.

Cora Ferreyra
3 min de leitura


O QUE A AMAZÔNIA NÃO É
Existe uma Amazônia que antecede qualquer viagem. Ela é construída aos poucos, com imagens de documentários, manchetes sobre desmatamento, fotografias de pôr do sol sobre o Rio Negro, relatos de expedicionários do século XIX, séries da Netflix, posts no Instagram com filtro de névoa matinal. Essa Amazônia já tem forma antes de embarcar. E é exatamente ela que, com frequência, impede que se veja a outra.

Lia Barros
6 min de leitura


TURISMO SLOW
O surgimento do turismo slow emerge diante da voragem das grandes cidades, cenários de velocidade constante: relógios que marcam agendas impossíveis, transportes lotados, telas que nunca descansam.

Claudia Martitsch
4 min de leitura


SABEDORIA SLOW TRAVEL
Vivemos na era dos reels de 15 segundos, dos voos low-cost de ida e volta num fim de semana e da obsessão por marcar checks em uma lista infinita de destinos. No entanto, em meio a essa voragem de imediatismo, está surgindo uma contratendência necessária: a sabedoria slow.

Cora Ferreyra
3 min de leitura


SINAIS DE QUE VOCÊ PRECISA DESACELERAR
A necessidade urgente de desacelerar.

Lia Barros
5 min de leitura


ASTROTURISMO CULTURAL
Na imensidão da estepe patagônica, onde o horizonte parece não ter fim, o maior espetáculo não acontece na terra, mas sobre nossas cabeças. O astroturismo cultural encontrou no sul do mundo um santuário natural, mas, para os antigos habitantes dessas terras, olhar as estrelas nunca foi apenas um passatempo: era uma forma de ler o mapa da vida.

Claudia Martitsch
7 min de leitura


COMER, REZAR, AMAR
Esta é uma abordagem fascinante do livro Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert, em essência, o manifesto definitivo do Slow Travel antes mesmo de o termo virar tendência.

Cora Ferreyra
3 min de leitura


ECOTURISMO PREMIUM PODE SER REGENERATIVO
Durante muito tempo, o turismo de luxo se acostumou a vender excesso como se fosse excelência: grandes estruturas em lugares frágeis, cenários impecáveis construídos à custa de paisagens tensionadas, conforto dissociado do território, experiências desenhadas para parecer exclusivas, mas muitas vezes sustentadas por uma cadeia pouco transparente.

Lia Barros
5 min de leitura


SLOW TRAVEL: A ARTE DE SE DEMORAR
Você sabia que Slow Travel não é apenas uma forma de se deslocar, mas uma filosofia de vida aplicada ao caminho? Para uma viajante que busca profundidade, uma viagem cultural não é uma lista de monumentos para “riscar”, mas uma coleção de momentos para sentir, aprofundando a arte de demorar-se.

Cora Ferreyra
2 min de leitura


AVISTAMENTO DE ORCAS NA PENÍNSULA VALDÉS
Nas águas frias e transparentes da Península Valdés, a cada outono acontece um dos espetáculos mais impressionantes da natureza: o avistamento de orcas.

Claudia Martitsch
3 min de leitura


O FUTURO DAS VIAGENS
A educação em turismo não é apenas o aprendizado de processos administrativos ou técnicas de atendimento.

Cora Ferreyra
2 min de leitura
bottom of page
